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DEDETIZADORA CAMPINAS E REGIÃO

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26 de setembro de 2015

DO ÓDIO AO AMOR


Do Ódio ao Amor




Arielle Gibson ficou famosa da noite para o dia, e assim, se tornou vulnerável ao assédio de um admirador secreto.

Mas que rapidamente a admiração se transforma em obsessão e Arielle sente que sua vida está em perigo. Noah Macfadden é um detetive de pavio curto que foi demitido da agência onde trabalhava e precisa de um emprego.
Ele concorda em ser o guarda-costas de uma das modelos mais festejada e importante do momento.
Arielle, imediatamente o reconhece quando o vê e não guarda boas lembranças dele.
Noah Macfadden, que agora se tornou seu guarda-costas não é nada mais, nada menos que o rebelde rapaz que fez da sua adolescência um inferno com suas zombarias e insultos Arielle sabe que Noah não a reconheceu e usa a situação contra ele.
Mas, claro, Arielle também deve lutar contra os sentimentos que desperta o ex-bad boy com apenas um olhar, e ainda terá que contar com sua proteção contra a perseguição de seu admirador secreto que faz de sua vida um pesadelo.
"O ódio não diminui com o ódio ... ódio diminui com o amor"

Capítulo Um

Londres, 2013
Arielle acomodou uma mecha de cabelo detrás da orelha enquanto observava seu relógio pela quinta vez naquela noite, logo levantou seus olhos para a porta da entrada do bar e se dispôs a continuar esperando. Marcou com o Frankie, seu namorado, às nove e ele ainda não tinha aparecido.
O garçom se aproximou para perguntar se desejava algo mais e respondeu que não com um sorriso.
O pobre moço ficou olhando-a, embevecido, sem poder acreditar que tinha servido um drink nada mais e nada menos para Arielle Gibson, uma das modelos publicitárias de mais renome no país, a mais desejada sem dúvidas.
A porta da rua abriu e Frankie Ramsee atravessou o local rapidamente em direção onde ela estava. Imediatamente, Arielle percebeu que ele encarou o garçom. Vinha mal-humorado e certamente terminaria pior quando dissesse o motivo daquele encontro.
—Olá, carinho. — Se aproximou e a beijou na boca, esfregando na cara de todos os homens presentes que ela era sua propriedade.
—Olá, Frankie. Frankie se sentou de frente a Arielle e agarrou sua mão por cima da mesa. —Estou atrasado, peço desculpas –disse sorrindo carinhosamente.
—Frankie… devemos conversar –disse Arielle em um tom sério, retirando sua mão. Frankie franziu o cenho. —O que acontece? Arielle respirou profundamente. Não seria fácil dizer para Frankie que não queria ter mais nada com ele.
—Frankie… sabe que as coisas entre nós não estão funcionando bem ultimamente –começou a dizer tomando coragem—. Sinto que me controla demais. Ontem recebi quinze telefonemas seus. Quinze telefonemas, Frankie! Isso não é normal. Frankie moveu-se inquieto em sua cadeira.
—Carinho, sei que possivelmente sou um pouco exagerado, mas sou seu namorado e te amo. O única coisa que quero é cuidar de você… saber com quem está, o que faz…
—Esse é exatamente o problema, Frankie. Pressiona-me muito e não estou disposta a seguir assim. Passei toda minha vida sob o jugo de meus pais, fazendo o que eles queriam, obedecendo cegamente, deixando que controlassem cada coisa que eu fazia… não vou voltar a passar pela mesma situação.
—O que quer dizer?
—Acredito que o melhor é que terminarmos. Você me asfixia, Frankie… e não somente pelas chamadas contínuas; tem ciúmes sem razão; pergunta ao Wendy coisas de mim nas minhas costas –continuou falando quando viu que ele pretendia se defender—, não negue, Wendy me disse que esteve indagando sobre o Richard. Cansei de dizer para você que ele é um amigo e nada mais, ele é a pessoa que me deu minha primeira chance como modelo e serei eternamente grata por isso.

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