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20 de março de 2017

SÉRIE REVENANTS AMY PLUM

LIVROS
Série Revenants- Amy Plum






Resumo: Na Cidade da Luz, dois amantes se encontram e terão de lutar contra um destino que está querendo separá-los pela eternidade.
Quando os pais de Kate Mercier morrem em um trágico acidente, ela deixa sua vida – e memórias para trás e vai viver em Paris com seus avós. Para Kate a única maneira de sobreviver a dor é se esconder no mundo dos livros. Até que ela encontra Vincent.
Misterioso, charmoso e devastadoramente bonito, Vincent consegue derreter o gelado coração de Kate com apenas um sorriso. Quando ela se apaixona por ele, ela descobre que ele é um fantasma, ou melhor um semi-morto cujo destino o obriga a se sacrificar pelos outros. Vincent e outros como ele estão em guerra contra um grupo rival que só existe para matar e trair. Kate percebe então que se ela seguir seu coração pode nunca mais estar segura.






Sinopse: Kate e Vincent ter superado as adversidades e, finalmente, eles estão juntos em Paris, a cidade das luzes e amor. Enquanto seu romance aprofunda há uma pergunta que não pode ignorar: Como eles estão supostamente juntos se Vincent não pode resistir a sacrificar -se para salvar os outros? Embora Vincent promete que ele vai fazer o que for preciso para levar uma vida normal, com Kate, será que isso significa deixar as pessoas inocentes morrem? Quando um novo inimigo e surpreendente se revela, Kate percebe que mais pode estar em causa e que a imortalidade de Vincent está em perigo. Namorrer por mim , Amy Plum criou uma mitologia cativante paranormal com fantasmas imortais e um cenário de Paris exuberante. Até Die está pronta para emocionar os leitores com mais suspense de tirar o fôlego, romance fascinante, e um final cliff-hanger que vai deixá-los desesperados para o romance terceiro e último da série.


DIE FOR HER


Capítulo 1
A primeira vez que eu a vi, eu a interpretei como um salto arriscado.
Vince e eu estávamos caminhando pelo cais e lá estava ela: cabelos longos e escuros esvoaçando ao redor de sua face enquanto ela ficava em pé na borda da calçada de paralelepípedos olhando para a água, alguns metros acima das ondas. O Sena estava cheio por causa das chuvas de inverso, então mesmo que o salto parecesse inofensivo daquela altura, a superfície irregular mal conseguia esconder as correntes perigosas.
Nós caminhamos em direção a ela, minha mão já estendida para tocar em seu braço. Para passar minha calma para ela, um de nossos reais “superpoderes” como revenants (ou, como Ambrose gosta de nos chamar, “anjos guardiões não mortos com um grave caso de TOC”). Mas antes que pudéssemos alcançá-la, ela se virou e caminhou para longe, indo para um dos bancos de pedra do cais, onde ela sobrou suas pernas até seu peito e segurou seus joelhos com seus braços. Ela permaneceu daquele jeito, abraçando a si mesma, balançando para frente e para trás, e olhando cegamente para o rio com lágrimas escorrendo pelas bochechas, enquanto passávamos despercebidos.
— O que você acha? — Eu perguntei a Vincent, que puxou seu cachecol para cima sobre seu nariz e sua boca, escondendo a si mesmo do frio vento de Janeiro.
— Eu não acho que ela vai pular — Ele disse — Mas vamos circular para baixo da ponte para garantir.
Nós caminhamos lado a lado, até chegar à Ponte Carrousel. Até mesmo os indigentes que regularmente dormiam embaixo de seus arcos tinham desaparecido. Era um dos dias mais frios que eu me lembrava... Pelo menos desde que mudei para Paris um século atrás.
Nós, os bons revenants, chamados de bardia, estamos destinados a cuidar dos humanos, salvando-os da morte prematura pelo suicídio, pelo assassinato, ou pelos acidentes. Nosso trabalho é definitivamente mais fácil em tempos como esse, com todo o mundo ficando dentro de casa. Mas até mesmo os membros de corpos reanimados podem sentir o frio.
A maior parte de nosso trabalho nos últimos dias tinha sido fazer rondas pelas poucas pessoas que moravam nas ruas e levá-las para os centros de cuidados antes que elas fossem congeladas ou morressem por exposição. Julgando por suas roupas e higiene, esta garota definitivamente não é uma sem-teto. Em vez disso, ela é bonita o bastante para que eu a adicione à minha lista de “garotas para chamar para sair”. Ainda assim, tentar a chance com alguém que está chorando não é meu estilo.
Então se ela não é uma sem-teto, por que está aqui, dando um solitário passeio perto do rio no frio congelante?

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